Pular para o conteúdo
Para quem escreve, ou quer escrever

Você se vê escrevendo um livro?

Muita gente tem uma história guardada. A pergunta não é se ela existe — é o que está entre você e a página. Tempo, medo, falta de jeito. Às vezes, falta só alguém dizer que começar já é um ato corajoso.

Quer ir além da reflexão?

Se você se viu escrevendo, tem um passo a passo esperando

Cinco etapas práticas para sair da ideia e escrever o primeiro romance — com exemplos da trajetória de Celma Prata.

O que costuma travar

Entre a história e a página

Clique em uma das barreiras. Cada uma delas já foi, de alguma forma, parte do processo de quem escreveu os livros desta editora.

Origem dos romances

De onde veio a Trilogia Povo Marcado

A trilogia não nasceu de um plano. Nasceu de uma ferida histórica que Celma Prata foi tocando em diferentes tempos: a seca de 1932, a amizade em 1988, o reencontro em 2009. Cada romance é independente, mas todos respondem à mesma pergunta: como um povo marcado pela exclusão, pela perda e pela violência histórica continua existindo?

"Setenta anos depois, as marcas de um povo ferido pelo preconceito, pela miséria e pelo abandono ainda ecoam entre os descendentes daqueles que sobreviveram."

— Nota dos editores de Madrinha de Tropa
Capa do livro Uma Sorte Ruim, de Celma Prata

1932A grande seca

Uma Sorte Ruim

Meio século antes, a mesma terra rachada pela seca de 1932 obriga Albertina e Liduíno a uma escolha impensável: entregar a filha recém-nascida a uma comerciante, com a promessa de voltar quando a chuva chegar. A chuva demora. A menina desaparece. Juntos, eles atravessam campos de concentração de retirantes, comunidades destruídas e o rastro do cangaço — dispostos a reencontrar a menina de olhos cor de céu. Aqui estão as raízes de tudo, os antepassados, as escolhas, a origem da marca que persegue esse povo.

Capa do livro Bodum, de Celma Prata

1988Segunda metade do século XX

Bodum

Tudo começa com uma amizade. Duas jovens nordestinas, de ascendência indígena, se encontram numa capital do interior e se tornam inseparáveis, até que uma parte, e o silêncio engole as duas. Anos depois, um presságio sombrio devolve à outra o nome da amiga perdida. Para entender o que houve, ela precisa voltar ao lugar de onde veio. Mas o passado que a espera é muito mais antigo do que ela imagina.

Capa do livro Madrinha de Tropa, de Celma Prata

2009Século XXI

Madrinha de Tropa

No último laço, tudo o que foi presságio, ausência e mistério encontra aqui a sua resposta. As linhas que pareciam soltas se amarram, os silêncios falam, e o sangue que liga 1932 a 2009 enfim revela seu segredo. O que foi marcado há gerações estava, o tempo todo, à espera deste fim.

A voz por trás dos livros

Jornalismo, pedagogia e crônica

Celma Prata é jornalista, cronista, contista e romancista cearense. autora da trilogia povo marcado e finalista do prêmio jabuti. Formada em Pedagogia e Jornalismo, com passagem pela New York University, ela construiu uma escrita que mistura o olhar de quem ensina, o rigor de quem reporta e a sensibilidade de quem cronica o cotidiano. Essa mistura é que dá à trilogia sua densidade: cada romance é uma reportagem emocional de um tempo, contada como só a ficção consegue contar.

Continue lendo

A trilogia na ordem de publicação

Os três romances podem ser lidos em qualquer ordem. Cada um se sustenta sozinho; juntos, revelam a origem de uma marca.

Se você chegou até aqui pensando na própria história, talvez esteja mais perto da página do que imagina.

Fale com a editora