Pular para o conteúdo
Capa do livro Madrinha de Tropa, de Celma PrataSelo Trilogia Povo Marcado
Comprar pelo WhatsApp

Chave PIX (CNPJ)

05945337000195

Depois do pagamento, envie o comprovante pelo WhatsApp (85) 99926-0939 com o endereço de entrega. Confirmamos o pedido e o prazo de envio por lá mesmo.

Trilogia Povo Marcado · 3º livro

Madrinha de Tropa

Celma Prata · Romance · 2026

Setenta anos depois, as marcas de um povo ferido pelo preconceito, pela miséria e pelo abandono ainda ecoam entre os descendentes daqueles que sobreviveram ao sertão e à violência do mundo.

Quando Anahí descobre a existência de uma irmã desconhecida, inicia uma travessia que ultrapassa o reencontro familiar: rompe silêncios antigos, desafia heranças de dor e confronta um ciclo secular de sofrimento que atravessa gerações.

Em Madrinha de Tropa, Celma Prata retorna ao universo da Trilogia Povo Marcado para contar uma história sobre memória, pertencimento e resistência feminina. Com linguagem intensa e profundamente sensível, a autora entrelaça passado e presente em uma narrativa marcada pela força ancestral do povo nordestino.

Os romances Bodum, Uma Sorte Ruim e Madrinha de Tropa são independentes, mas unidos pela mesma ferida histórica e pela mesma coragem de sobreviver.

  • Memória
  • Pertencimento
  • Resistência feminina
  • Ancestralidade

Lançado na 24ª Flip — Casa Gueto, Paraty

Ficha técnica

Título
Madrinha de Tropa
Autora
Celma Prata
Gênero
Romance
Ano
2026
ISBN
978-65-02-11651-7
Série
Trilogia Povo Marcado — 3º livro
Tempo da narrativa
2009 · Século XXI
Editora
Editora Sete
Nota dos editores

Madrinha de Tropa, de Celma Prata, encerra a Trilogia Povo Marcado, iniciada com Bodum (2022) e continuada em Uma Sorte Ruim (2024). Independentes entre si — podendo ser lidos em qualquer ordem — os três romances compartilham um mesmo território emocional marcado pela dor, resistência e ancestralidade, estejam as personagens no sertão profundo nordestino ou nos centros urbanos da região.

Ao longo da trilogia, Celma Prata construiu uma narrativa potente sobre personagens atravessadas por tragédias sociais, secas, abandono, preconceito e violência histórica, sem jamais perder de vista a delicadeza das relações humanas. Temas como maternidade, amizade, culpa, memória, sobrevivência e superação atravessam os romances em uma escrita sensível, lírica e brutal ao mesmo tempo.

Se em Bodum acompanhamos a resistência de duas mulheres na segunda metade do século XX, descendentes de povos originários invisibilizados pelo tempo, e em Uma Sorte Ruim mergulhamos no drama de uma mãe separada à força da filha durante a terrível seca de 1932, em Madrinha de Tropa essas marcas retornam no século XXI como herança viva — cicatrizes transmitidas entre gerações.

Com protagonismo feminino e forte identidade nordestina, Celma Prata encerra a trilogia dando voz aos descendentes desse povo marcado pela exclusão, pela perda e pela luta cotidiana para romper ciclos de sofrimento. Madrinha de Tropa é um romance sobre aquilo que permanece: a memória, os laços e a coragem de continuar existindo.

Lançamento

24ª Flip — Festa Literária Internacional de Paraty

Madrinha de Tropa foi lançado na 24ª Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty, dentro da Casa Gueto — a casa das editoras independentes na programação paralela da festa, organizada pela Editora Patuá e sediada na Patuscada Livraria e Café, no Centro Histórico.

A sessão de autógrafos reuniu leitores em torno do romance que encerra a Trilogia Povo Marcado. Para uma editora de Fortaleza, chegar a Paraty pela porta das independentes diz muito sobre o lugar que a literatura do sertão vem ocupando.

Sessão de autógrafos — quinta-feira, 23 de julho de 2026, às 11h · Patuscada Livraria e Café, Rua Benedito Telmo Coupê, 277 (antiga Rua Fresca) — Centro Histórico, Paraty/RJ

Casa Gueto, das editoras independentes, na Flip 2026 em Paraty